Osmîa. Justos Deoses.
Valei-me! E que expressões.. que modo estranho
De persuadir!.. Que duro.. que terrivel
Incerto estado o meu! Ah! cara Eledia....
Eledia, who is apostrophized in the concluding line, is the Turdetanian prophetess who has begun to suspect the sentiments of Osmia.
[393] The manner in which the interest rises cannot be developed in a fragment. One of the closing scenes may, however, be transcribed as a specimen. Osmia has made a promise to her husband to murder the Prætor. She meets him:—
Osmîa. Ah! porque a vida
Naõ cortas d’uma vez, sorte inhumana!
Lelio. Mas tal agitaçaõ!.... tanta amargura!
Osmîa. Pretor, naõ imagines.. naõ.. naõ creias,
Que a minha agitaçaõ.. naõ sei que digo.
Lelio. Prosegue, bella Osmîa, naõ m’escondas
O mal que teus espiritos transtorna.
Osmîa. Grata a teus beneficios, mas ligada
Com rigidas cadeias posso a penas
Dizer-te, que a virtude me levára
A lançar maõ de quanto m’offereces.
Que a gloria o requeria; que meu peito
(Sem poder desejallo) te acceitára
Taõ illustres, taõ grandes sacrificios;
Mas sou mais infeliz. Hum Deos irado
Me obriga.. a que naõ parta.. que despreze,
Lelio, teus grandes dons.. teus preciósos
Sublimes beneficios.. sorte insana,
Me condemna a viver infame vida....
E que te perca (oh Deos!) e que naõ possa
Compensar com meu sangue..
Lelio. Tu deliras?
Osmîa. Naõ Pretor, naõ deliro, sô pertendo,
Que o campo já levantes; que me deixes
Exhalar meu espirito opprimido
Em torno áquellas aras.. Mas naõ tardes....
Parte, parte daquí. He precioso
O tempo que esperdiças; naõ te exponhas....
Naõ posso dixer mais. Em paz me deixa.