Os filhos que eu criei!

Quanta dôr, quanto amor, quantos carinhos,

Quanta noite perdida

Nem eu sei...

E tudo, tudo em vão!
Filhos da minha vida!
Filhos do coração!!...

Não bastaria a natureza inteira,
Não bastaria o céo para voardes,
E prendem-vos assim d'esta maneira!...

Covardes!

A luz, a luz, o movimento insano
Eis o aguilhão, a fé que nos abraza...

Encarcerar a aza

É encarcerar o pensamento humano.
A culpa tive-a eu! quasi á noitinha