Parti, deixei-os sós ...

A culpa tive-a eu, a culpa é minha,

De mais ninguem!... Que atroz!
E eu devia sabel-o!

Eu tinha obrigação de adivinhar...
Remorso eterno! eterno pesadello!...
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Falta-me a luz e o ar!... Oh, quem me dera

Ser abutre ou ser féra

Para partir o carcere maldicto!...
E como a noite é limpida e formosa!

Nem um ai, nem um grito...

Que noite triste! oh noite silenciosa!...»