—Assucena—disse a creança.

—Que lindo nome!... Uma rosa devia produzir uma assucena... É minha amiga?

—Sou.

—É? Já tenho uma pessoa que seja minha amiga!... Sou mais feliz do que pensava... Quer ir a minha casa?

—Quero.

—Pois hei de mandal-a buscar um dia. Minha mãe gosta muito de creanças... V. exc.ª dá-me licença que ella vá?

—Pois não! É muita honra...

—N'esse caso, amanhã, se me permitte...

—Quando aprouver a v. exc.ª

Ora aqui está como começou o namoro. No dia seguinte, Alvaro de Sousa veio de carruagem buscar a menina, subiu á sala, como era natural, e não viu Rosa que se fechára no seu quarto banhada em lagrimas. Quiz saber a causa de tal soffrimento, e disse Maria Elisa que a sua amiga tivera noticia de estar viuva.