—Educar os meus filhos.
—Naturalmente, depois, lembravas-me que a tua casa não podia soccorrer as minhas dissipações...
—Esse receio fica-te bem; mas é vileza que ainda me não lembrou.
—E porque não queres tu ser feliz como eu posso sêl-o? Eu pago tolerancia com tolerancia....
—Isto não se crê, Luiz! Dar-se-ha caso que tu vens...
—Embriagado?
—Sim...
—Não venho embriagado, Marianna; e a prova de que o não estou, é que se fosses um homem, n'este momento, tinhas a cabeça partida nas lages da rua.
—Pois esquece-te que sou mulher, e faz-me essa esmola.
—Basta! não lhe soffro nem mais uma palavra, senhora! Recolha-se ao seu quarto!