—A cousa bem traduzida lá vai dar. Queres despedir-me do commercio de bens?

—Não: o peor é se te despedem...

—Quem?! Que quer isso dizer?...—replicou elle, colerico.

—Nada...

—Minha querida senhora, para não irmos adiante, fiquemos aqui... Até ámanhã...

—Até ámanhã, Luiz.

No dia seguinte, o conviva de Carlota Gauthier não veio a casa. A escrava soube que o marido de sua ama sahira para Peschiera com a franceza, que disse, no hotel, voltaria passados tres dias.

O immediato era o dia aprazado para a sahida do navio.

O addido conduzia de madrugada D. Marianna, e sua escrava, a bordo. Genoveva levou sempre sua ama desfallecida nos braços. Dizia-se a bordo que a pobre passageira parecia morta, e não desmaiada.{140}

[XIV.]