Buck virou a cadeira levemente, e cruzou as pernas.
— Sua Majestade — disse ele, muito bem-humorado — só há uma coisa que eu não consigo entender: por que este assunto não pode ser resolvido rapidamente? Aqui está uma pequena propriedade que vale mil para nós e não vale cem para qualquer outra pessoa. Nós oferecemos mil. Não é um bom negócio, pois deveríamos conseguir por menos, não é razoável e não é justo para nós, mas não vejo qual é a dificuldade.
— A dificuldade pode ser explicada facilmente — disse Wayne. — Podem oferecer um milhão e ainda não terão Pump Street.
— Mas escute, Sr. Wayne — gritou Barker, golpeando com fria emoção. — Escute bem. Não tem o direito de assumir uma posição como essa. Pode barganhar por um preço maior, mas não está fazendo isso. Está recusando o que você, e qualquer homem são, sabe ser uma oferta esplêndida simplesmente por malícia ou rancor - deve ser malícia ou rancor. E isso é realmente criminoso, é contra o interesse público. O Governo do Rei poderia justificadamente forçá-lo.
Com os dedos magros espalhados sobre a mesa, olhava ansiosamente para o rosto de Wayne, que não se mexeu.
— Poderia forçá-lo… — repetiu.
— E o fará — disse Buck, breve, voltando-se para a mesa. — Fizemos o melhor para ser decentes.
Wayne levantou os grandes olhos lentamente:
— Foi o Lorde Buck, quem disse que o rei da Inglaterra ‘fará’ algo?
Buck corou e disse, irritado: