«Dividiu tudo, contente;
«A taça guardou sómente.
«Sentindo fugir-lhe a vida,
«Manda o triste convidar
«Seus pares, filhos e herdeiro
«Para um festim derradeiro
«No castello sobranceiro
«Ás verdes aguas do mar...
«Em meio da festa, o velho
«Ergueu a taça e, sorrindo,
«Embebido o olhar no infindo,
«Um frouxo canto soltou...
«E mal o canto findára,
«No leito da onda amara
«A taça de ouro lançou...»
Eram profundos ciumes