Puxou-a brandamente o pae e fel-a sentar no seu collo.
—Vamos, que é isto, Nocencia? Porque se socou assim no quarto?... Manecão lá fóra a toda a hora está perguntando por você ... isto não é bonito... É, ou não, o seu noivo?
Redobraram as lagrymas.
—Mulher não deve atirar-se á cara dos homens ... mas também é bom não se canhar assim ... É de enjoada... Um marido quasi, como elle já é...
De repente o pranto de Innocencia cessou.
Desvencilhou-se dos braços do pae e, de pé deante delle, encarou-o com resolução:
—Papae sabe porque tudo isto?
—Sim...
—É porque eu ... não devo...
—Não devo o que?